quinta-feira, 14 de maio de 2009

Recomeçando!

Alô!
Como se pode ver, não existe mais o Dulvis Vita. Ele virou coffee is my boyfriend ;)
Bom, a principio, eu não ia mudar nada no blog. Mãs, como eu estou entrando num nova fase, numa reviravolta por assim dizer, resolvi mudar o Blog também. 
Vou contar: Até o fim do mês me mudo pra floripa (tá tá, é palhoça, mas ngm conhece, então nos referir como floripa sim? afinal é do lado), porque consegui uma bolsa na Unisul, e vou fazer jornalismo, e me mataaaaar de treinar, afinal, foi ralando a cara no tatami que consegui a bolsa, e vou ter que ralar mais ainda para mante-la. Também vou ter que manter o peso (na teoria, luto até 48kg, mas bom quanto estou pesando hj? prefiro não comentar ;x), e malhar todo-santo-dia, para minha tristeza. E ainda estudar. Muito. Já me falaram que jornalismo lá, não é mamata. 
Ah, a principio vou morar sozinha, num quarto-cozinha-banheiro. Vou ter um caso de amor com o meu microondas, já que não terei fogão ainda. Graças a Deus o almoço eu ganho na faculdade :D
Então, tive que mudar o blog, pra acompanhar essa minha nova vida. O outro eu estava sem atualizar direito, talvez pq a minha vida também não era muito atualizada. Mas agora, benhê, acho que terei muitos assuntos :)
É isso, post sem graça, I know. Mas eu tinha que explicar algo.
Bom, bye bye, amahã eu me mando pra floripa, tem festinha na praia, treino e casas a fechar contrato.  Prometo que não vou demorar tipo uns 3 meses pra postar de novo :)
Segunda eu volto :D

domingo, 5 de abril de 2009

Chão.



E então tudo que não fazia sentido, aos poucos vai tomando cor. Perguntaram se eu tava feliz, e eu numa mudez dolorida respondi que sim - pra depois descobrir que mentia.
Não ser eu me dava uma felicidade ilusória. Uma felicidade instantânea.
Mas eu, ah eu não quero quietos instantes de felicidade.
Foi então que desci do sonho, do pesadelo, do devaneio, ou do estado sem-nome que me encontrava. Desci ou me empurraram, não sei, mas o fato é que senti meus pés no chão.
O chão gelado, duro, que me encarava com tibieza, mas era o chão. Custei ficar em pé, trepidei alguns instantes, quis correr, voltar, fugir. Mas quando encontrei o equilíbrio e pude então ficar de pé sem ninguém pra me apoiar, comecei a ser.
Estou sendo, então.
E no começo, a solidão que parecia um vácuo sem fim, foi se tornando liberdade.
E eu, aos poucos, fui me libertando de mim. Ficando livre para ser
EU.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Fim.



Foi no nosso abraço gelado que o mundo parou. Não do jeito de antes. De repente erámos apenas dois estranhos, apenas tentando entender. Onde foi que erramos?Não posso colocar a culpa em ti. Não posso colocar a culpa em mim. Fomos nós dois juntos, que na ânsia de nos achar, acabamos nos perdendo de vez. Nesse momento, não falamos nada. Não adianta tentarmos explicar, não adianta tentarmos nos justificar. A um vazio bem no meio de nós, uma barreira que com o tempo nós criamos. Eu olho pra ti por alguns segundos, aí é fatal: então nos damos conta. Acabou.A gente chora, uma lágrima quente no abraço gelado.Então, com um silêncio ardido, nos despedimos. Você faz menção de falar algo, mas desiste. É melhor.E assim eu vou, tentar ser somente eu. Sem olhar pra trás.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Make-down.




Maquiei minha tristeza com um batom vermelho. Quando me olhei no espelho me senti até
bonita, mas lembrei que era só maquiagem, e fiquei sem chão.No tudo preto-e-branco que eu via, minha boca se destacava com um vermelho amargo, quase,
quase dava pra fingir que era feliz.Quando eu te vi, não tinha batom pra retocar, mas acho que daria pra ter te enganado um pouco, se eu não tivesse saído correndo.É que ta tudo em mim ainda.Testei meu batom em outras bocas, mas só via a tua na minha frente, então eu não entendia nada.
Não adiantava toda aquela minha maquiagem: era vísivel agora.
Então eu peguei tudo isso que se mistura no meu estômago, quando te vejo assim feliz, sem
maquiagem, sem máscara, sem nada,
(sem mim!)
e coloquei dentro da minha gaveta. Só não sei em que lugar da nossa história esqueci a chave.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Merry Xmas


De repente, no meio da loja, parou. Teve um baque. No meio de pisca-pisca, papai-noel e todas as parafernálias natalinas foi que se deu conta em que época estava. Se deu conta que já era o último mês do ano. Último. Foi então, que no meio dos jingles de natal que atravessavam seu ouvido, sentiu a sensação de natal. Sentiu um certo espírito natalino que estava adormecido. Em silêncio, com um papai-noel de chocolate na mão, foi revivendo momentos. Era dezembro, véspera de natal. Tinha uns dez anos, estava na varanda da casa da vó, na rede com suas primas. Aqueles coraçõezinhos ansiosos, esperando a noite chegar. Será que daquela vez iriam conseguir ver o papai-noel com suas hennas?
A hora não passava. Era incrível como o dia era longo na infância! Não tinham mais o que fazer, ela e suas primas, a não ser esperar. Sempre tentavam dormir, para ver se o dia passava mais rápido. Não podiam ir para cozinha, afinal as mães estavam super ocupadas e ligeiramente estressadas com os preparativos. E o mais estranho, o quarto da vó estava trancado, sempre ficava trancado nesse dia. Vai ver papai-noel se escondia lá.
A noite ia chegando. Hora de colocar as roupas novas, ver o especial de natal da globo, e descobrir quem era o papai-noel do fantástico. A família vinha chegando, tudo ia virando uma bagunça gostosa. Perto da meia-noite, e o coraçãozinho da menina ia pular para fora. As mães anunciavam: “O papai-noel ta lá fora! Corram lá para ver!” E todos os primos ia lá para fora. De repente a porta da sala estava fechada. E Puft! Milhares de presente debaixo da árvore! (e o quarto da vó, destrancado!). E mais uma vez não viram o papai-noel voando. Mas ano que vem, ela iria entrar no quarto da vó, e ia pegar ele!
Presentes e mais presentes. Abraços, Cd especial de natal tocando (“então é natal... ano novo tambééém”), família reunida. Hora de comer a ceia, e brincar até adormecer no sofá.
“Moça, onde tem Mais desse papai-noel de chocolate?” Puft. Voltou a realidade. Dezembro, e não era mais a mesma coisa. Sem responder, largou o chocolate na prateleira, e saiu sem levar nada.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Parabéns Atletas do Brasil

Na foto: Leandro e Ketleyn com o Bronze no judô.

Resolvi falar sobre isso quando ouvi pela enésima vez alguém falando mal do Brasil nas
"OlimPiadas" como chamam por aí. Quer saber o que eu acho? Parabéns Brasil, você foi ótimo! Mulheres do esporte então, deram um show. Como é que um País que não ofere estruta nenhuma ao esporte quer ter uma colocação melhor? Eu que sou atleta (e olha que não sou atleta de fim-de-semana, são 11 anos ralando a cara no tatami todo dia), sei como é difícil praticar esporte aqui. Falta lugar descente, apoio, as academias que oferecem as modalidades são caras, e o governo paga mal para os atletas, além do que conseguir um patrocínio é praticamente impossível. Agora para o Brasil é muito bonito olhar nosso desempenho e falar mal dos atletas né? Mal sabem as pessoas a história de cada um pra chegar ali onde chegou. Não importa que em ultimo, mas o que importa é que tinhamos verdadeiros patriotas fazendo de tudo que fosse possível para trazer uma medalha ao Brasil, para ter o reconhecimento de uma nação. Para os que conseguiram, meu sinceros parabéns, verdadeiros guerreiros. Só é uma pena que tirando o futebol, niguém lembra das conquistas nos outros esportes por muito tempo. ( Eu gosto de futebol, mas acho mais uma grande jogada de marketing do que um esporte, efim, opnião minha que nunca vou ganhar milhões pra correr atrás de uma bola).Então, digo e repito pra quem quiser ouvir: Parabéns Brasil pelo ótimo desenpenho nessas olímpiadas! E se um dia alguém quiser cobrar resultados de países de Primeiro mundo, que tratem nossos atletas e ofereçam estruta como esses países oferecem.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Happy B-day :)




Venho tirar poeira deste blog, porque hoje é nada menos que o meu aniversário ( e
também porque eu estava com saudades daqui). Bom 19 anos hoje, e sei lá, me sinto tão
com 15 ás vezes! Outras com 30. Idade é estado de espírito né? Vou comparar o que fiz no mesmo dia ano passado, quando já me tornava uma responsável
(HO-HO). Ano passado chovia no Guarujá, onde eu morava com meus tios e minhas primas
(que eu morro de saudades!). Hoje em Joinville onde moro com meus pais está sol com
um vento meio frio. Tanto ano passado quanto esse ano eu fiquei um bom tempo em fila de banco (acho que
tem coisas que não mudam nunca né?).Meu peso oscilando igual, meu tamanho não muda tem alguns anos ;PMeu cabelo está bem maior (Ano passado em um ato de rebeldia, cortei channel, coisa
que não vou fazer tãããão cedo.) Ano passado era solteira, esse ano não.De noite, pra comemorar fui com minha prima-irmã no McDonalds do Gonzaga, em Santos
(o melhor na minha opnião), comemos um Super Cheddar peperoni :)Lembro direitinho, foi tão legal! Saudades enormes da minha companheira de idas a
Santos!Esse ano, bom, vou jantar alguma besteira também...Enfim, vem ano vai ano, a gente muda, algumas pessoas aparecem outras somem, temos
novas experiências. E assim a gente vai vendo como a vida passa depressa, olhamos
para trás e lembramos das coisas com carinho. Olhamos para frente e traçamos
objetivos. Mas o mais importante, é vivemos o hoje, sem a certeza de que teremos o
amanhã. Afinal, como eu ouvi no Kung-Fu Panda ;P, "O ontem é a história, o futuro é o
mistério, já o hoje é uma dádiva. É por isso que se chama presente." Ou algo assim :)Beijos, até mais e com mais calma, prometo que não abandono!