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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Mulheres de plástico.

Weheartit.com




Botox congelando os rostos. Meninas - sim, eu disse meninas, de 16, 17 anos - colocando silicone. Cada vez mais e mais mulheres começando dietas malucas na segunda-feira e se frustrando por não conseguirem chegar até o final. Vaidade, o grande mal do século. Por que tanto medo de envelhecer? Por que a vontade de ficar gostosa - pois veja bem, saudável a grande maioria já é - cada vez mais cedo? O que é esse culto ao corpo tão grande, essa compulsão por cada vez mais querer se parecer com mulheres de plástico?


Sou vaidosa, claro que sim. Não vejo nenhum mal em me cuidar, ué. Tenho meus pneus que me encomodam, uma celulite aqui e ali, e muitos complexos também. Ora, sou mulher afinal, gosto de me sentir bonita, de me arrumar, ás vezes deixo um bom dinheiro no salão e tenho mais sapatos do que preciso (mentira, tenho nada). Porém, sou verdadeira. Claro que com certa idade me preocuparei com as rugas que vão aparecer, faço dietas, quero estar magra no verão e um dia quem sabe, colocarei silicone. Mas não, não morrerei se não fizer isso, e muito menos farei para agradar os outros, tampouco para me enquadrar nos padrões tão alucinantes de beleza hoje. Ás vezes fico olhando o comportamento de muitas mulheres e adolescentes, e percebo cada vez mais que elas parecem fabricadas em série. As mesmas roupas, atitudes, maquiagens, corpos. A mesma luta para se manter assim.


Bonecas de plástico não vivem, gente! São perfeitas, mas desculpe, eu prefiro ser real. Prefiro ter uma celulite aqui e acolá, e comer (sem tanta culpa) uma boa pizza no fim de semana. Prefiro devorar um chocolate e uma boa coca-cola sem pensar em quantas horas vou ter que passar na esteira, jump, ou seja lá qual exercício, para perder essas calorias.
Veja bem, sou vaidosa. Mas sou por mim, pelo meu bem-estar. Não me encomodarei se um dia eu sorrir e algumas ruguinhas aparecerem ao redor da minha boca - bem melhor que ter aquela expressão congelada de quem não sente nada. Frigidez comprada em laboratório? Obrigada, dispenso. E sei que tem muitas que dispensam também, que bom.


Viva a beleza! Mas não a de plástico. Viva o corpo perfeito de panicat que todas desejamos ter, mas um Viva ainda maior para o corpo que nós temos, cuidamos, aceitamos sem fazer (quase) nenhuma loucura por aí. Um beijo para a vaidade do jeito certo, porque ficar bonita é muito bom, mas o melhor ainda é ficarmos felizes pelo que a gente é.

"Sorrisos plásticos cumprindo seu papel
Enfeitando um rosto de pedra!
Se a regra é ser tão simpático
Mesmo que seja só pra convencer toda platéia"
(Pitty - I wanna be)


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obs. estou off até segunda. Quem quiser ajudar e curtir a página do blog no face, eu agradeço!
Quando voltar, respondo todos. Obrigada!

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Imagem, som e expressão.

Sexta na faculdade eu tive uma aula muito muito boa: Imagem, som e expressão (não sei se é essa a ordem, mas ta valendo). A aula do tipo totalmente descontraída, e o professor totalmente maluco moderno. Foi uma aula realmente fora dos padrões, com o professor cantando, falando palavrões e frases que nos fazem pensar, frases provocativas (no bom sentido, claro) que aguçam nossas opiniões. Realmente muito legal, tão legal que dessa vez eu nem fugi no intervalo, e senti um desânimo quando a aula acabou, porque eu queria mais e porque eu queria continuar olhando o único bonitinho da turma.
É uma pena que essa matéria seja de sexta-feira, já que eu vou ter que perder algumas pra viajar para os campeonatos. É, essa vida de atleta e universitária não é nada mole.
(mas eu estou adorando).

domingo, 2 de agosto de 2009

Explicativo rapido ;)

Meu lado criativo está com uma pane no momento, tudo que eu consigo pensar e em não sair debaixo do meu cobertor. Assim que meu cérebro começar a descongelar, eu posto algo com conteudo, tik?
Ah, só pra constar: Segunda-feira começam minhas aulas, Jornalismo MESMO SEM PRECISAR DE DIPLOMA. Bom, na verdade pra mim começa na terça-feira, já que meu fim de semana na casa da mamis vai se estender um poquinho :)
Beijos pessoas, até breve COM CONTEUDO prometo, haha.

sábado, 15 de setembro de 2007

Ainda to viva!





Desculpem minha ausencia...
Estou um tanto quanto sem tempo. Comecei a trabalhar, e em seguida tenho treino, então quando chego em casa não me demoro a cair na cama, e durmo feito uma pedra para no outro dia começar tudo de novo..
Tenho tantas coisas pra falar, tantos pensamentos! Quero retomar minhas visitas quase que diárias aos meus blogs prediletos... Logo logo me acostumo com esse novo ritmo.
Beijos, e até mais!

domingo, 29 de julho de 2007

Pegue e senha e vá até o final da fila para comentar aqui.

foto: http://creative.gettyimages.com




Sabe, eu adoro quando sou obrigada a ir em bancos. Eles são tão organizados, fazem seus clientes se sentirem mais felizes, pois o atendimento é assim, exemplar. Tão eficaz!
Essa semana mesmo, tive que ir ao banco. Já estava muito contente em ter que me dirigir ao mesmo, imagina quando eu entrei lá e vi como estava, assim... CHEIO! Tudo bem, vamos testar a minha paciência né, porque afinal de contas é para isso que servem os bancos. Eles são uma espécie de organização secreta para recrutar pessoas pacientes, inteligentes, para trabalhar no FBI. Só pode!
Então vamos lá, tinha esperanças de ser recrutada né! Subi as escadas, muito pacientemente, guardei a bolsa, e fui procurar um funcionário (conselho: seguranças são contaminosos. Eles ficam em uma guarita com uma placa assim: SEGURANÇA, NÃO SE APROXIME! ui que meda!). Achando um funcionário com máscara de simpático, fui pegar a senha lá em baixo. Desce escada de novo. Teste de paciencia nível dois: Uma fila enorme para pegar a senha! Senhas não seriam para evitar a fila? Onde estava aquelas máquinas tipo "aperta aqui sai a senha ali"?. Okay, esperar né, afinal FBI é meu sonho. A fila é um tanto quanto demorada. Eis que surge o ápice do teste: O querido funcionário resolve ir "até ali rapidinho" enquanto deixa uma fila enorme com cara de taxo. Muitos minutos se passaram (agora é que eles mais observam) até que um revoltado senhor resolve chamar o (nada simpático) segurança, que foi buscar o senhor-das-senhas do ali-rapidinho. E eu permaneci com cara de nada né, dando uns suspiros de indgnação quase imperceptíveis (muito treinamento meu caro!).
Mais uma leva de minutos, e eu cosegui a bentida senha. 414, número lindo! Estava na 396. OK, devo estar passando o teste. Fui no banheiro, fui beber água, esperei minha mãe ir até o banheiro, e arrisquei uma olhadela para o numero das senhas. 396! Ai meu santo, só podia estar quebrada! Mas não estava. Quem estava quebrada era eu, e quase perdi a compostura.
Mais muitos minutos, e chegou a minha vez. E esse funcionário não fazia nem esforço pra ser simpático. Nessa altura, nem eu fazia.
Consegui sair do banco, e sem o problema resolvido. Volto lá na segunda. Acho que passei pra segunda fase do FBI. Não estranhe caso eu resolva fugir do mapa, ou caso eu resolva explodir um banco ;)