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terça-feira, 9 de outubro de 2012

Plante a paz, colha o amor.

weheartit.com

“É para todos, não importa de onde você é, o amor, ele cruza todas as linhas.Como o sentimento de todas as estações mudando, o amor é uma memória, e nestes últimos dias, quando a iniquidade arde, o amor verdadeiro fala”. 

Essa música é True Love, da banda Soldier of Jah Arms, mais conhecida como S.O.J.A. Escolhi ela para começar esse post não somente pela beleza que é sua letra, mas pelo grande sentimento que ela passa. Porque eu acho que música é isso, é sentimento, é coração, é amor... Música de verdade toca você, arrepia, emociona. Não é como aquele monte de enlatado que a gente engole todos os dias – não, música de verdade é poesia, vem da alma e você sente isso. 

E o reggae meus caros, é cheio disso. Cheio de sentimento. Suas letras falam de amor, de Deus em todas as suas formas, de paz e de coisas boas. Mas é incrível o preconceito que o reggae sofre! Já cansei de ouvir que quem curte reggae é um bando de marginal maconheiro, que não faz nada da vida. Bando de vagabundos. Quando ouço essas coisas, eu realmente tenho pena dessa gente de alma tão pequena e cabeça tão limitada. Gente preconceituosa, gente que não se dá ao trabalho de ter fundamento com o que fala. 

 Conheci por esses dias um garoto (lindo), que tinha dreads. Ele me disse que tem gente que chega a atravessar a rua para não passar perto dele, por achar que ele é assaltante ou algo do tipo. Ele é claro falou isso rindo, acha engraçado essa reação das pessoas. Ele não se importa, porque ele sabe quem ele é, sabe de seus princípios. Agora, que princípios tem esse tipo de pessoa que atravessa a rua devido a aparência da outra? Que julgamento é esse? Isso é triste, muito triste.

 Então, antes de levantar o dedo e sair julgando as pessoas ao seu redor, lembre-se que “quem planta preconceito, racismo e indiferença, não pode reclamar da violência”, afinal “quem planta a violência, colhe o ódio no final”. Boas palavras, Natiruts.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Juventude Transviada

Imagem: Google


Bom seria se estivesse falando de James Dean. James quem?
Pois é. Pergunte a essa juventude transviada de hoje sobre James Dean. Elvis, Cazuza, Elis Regina, até mesmo Chico Buarque ou Los Hermanos. Los Hermanos? Ah, essa é fácil. Aquele do Ana Júlia. NÃÃÃÃO!
Pegue sua calça colorida, coloque um tênis com a maior quantidade de cores que conseguir juntar nele e se junte a família da primeira banda de pessoas bonitinhas que você encontrar. Xingue muito no twitter, ache tudo uma ‘puta falta de sacanagem’.
Ah, que saudades do tempo (do tempo que não vivi) em que as pessoas saiam para tomar um Milk shake, ouvir uma boa música, se divertir com os amigos. Da época que se tirava foto para recordar algo bom, e não para se promover no Orkut, facebook, myspace, [insira a rede social da moda aqui].
Saudades da época que as pessoas gostavam das bandas pelo som que ela produziam, não pelas calças que vestiam.
Tudo bem, já fui adolescente também. Fui fã, muito fã de backstreet boys – é. Mas, em contra-partida ouvia muito Beatles também. Ouvia Bee gees, jovem guarda até. Por culpa do meu pai – agradeço por isso – sempre ouvi músicas antigas, e boas.
Sempre li muito, e quando eu falo ler não me refiro somente a leituras do tipo vampiros que brilham – muito embora tenha lido também. Falo de Clarice, Caio, Drummond, Shakespeare. Também Meg Cabot, JK. Rowlling, por que não?
Como, e como gostaria que os jovens de hoje em dia tivessem mais essência, personalidade. Óbvio, estou generalizando aqui a minha revolta. Sei que muitos se salvam, e fico feliz toda vez que eu visito um blog e leio textos incríveis, fico muito contente quando olho as fotos das pessoas no flickr ou quando vou em uma livraria e vejo lá adolescentes lendo, discutindo, buscando conhecimento.
E também tenho meus momentos de futilidade, gosto de calças coloridas e ouço algumas dessas bandas bonitinhas-desafinadas também. Mas isso, é minha exceção, meu acaso, não minha regra.

Precisava desabafar, após ouvir as futilidades de um grupo de adolescentes hoje. Espero que ninguém se ofenda. Obrigada :)

Obs. Estive sumida por um tempo, estava mergulhada no meu novo vício, o flickr. Adoraria visitas.
Obs 2. Logo respondo os comentários.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Protesto contra a esteira.


imagem:http://gettyimages.com.br

É, o verão está chegando, e é nessas horas que a academia fica lotada. A mulherada coloca uma camisetinha, uma calça legging preta pq esconde a celulite , carrega uma toalhinha e um squeeze e vai tentar ficar sarada. Mas, cá entre nós, malhar é muito chato. É chato ficar suando e ainda fazer cara que está se divertindo com aquilo, é chato ficar puxando ferro como se isso fosse a coisa mais natural do mundo, é muito chato quando aparece aquelas saradas que podem ir malhar de top e shorts e conseguem sair da academia lindas e com cabelo ainda arrumado, mas o mais chato de tudo é a esteira. Sério. Eu acredito que elas são programadas pro tempo andar mais devagar, não é possível. Eu passo os 30 minutos mais longos da minha vida correndo nessa criatura dos infernos máquina maravilhosa. Eu tento olhar o tempo de 5 em 5 minutos, mas é impossível total, eu nunca acerto! Pior ainda é esperar os 5 minutos finais, eles se arrastam, e você não consegue não ficar olhando, como se isso fosse apressa-los. Mas, mesmo saindo suadas, descabeladas, cansadas nós estamos lá quase todos os dias, afinal ficar sarada saudável vale todo esse sacrifício! (mas eu continuo odiando a esteira, haha).

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Protesto contra a falta de atenção dos homens.



Sério, isso é um tanto clichê, mas vocês homens não imaginam o quanto nós sofremos pra ficar bonita. E como nós sofremos mais ainda, se depois que nós somos depiladas, tingidas, esfoliadas, cutucadas, esticadas, maquiadas e todos os 'adas' que se pode ter em um salão de beleza, vocês nem notam, ou fingem não notar. Isso dói tanto quanto tirar a sobrancelha com pinça, então, cara isso dói mesmo. Então por favor, deixemos de lado essa falta de atenção e esse orgulho machista, e nos elogiem. Digam que estamos bonitas, ao invés de reclamarem o quanto nós demoramos pra nos arrumar. É obvio que demoramos né! Enquanto vocês tem que decidir entre Bermuda ou calça, nós temos que decidir entre shorts, capri, calça, leggin, bermudinha, saia, vestido, balonê ou liso? Com estampas ou xadrez? Pretinho básico sexy será? Ai mais me deixa gorda. Me deixa vulgar. Aparece aquela celulite? Chapinha ou natural? Qual sapato? Então queridos, não se gabem por ficarem prontos em 10 minutinhos. Vocês nem de longe tem tantas opções como nós temos. E aposto que se a gente colocar a primeira coisa que vê pela frente, sair bem relapsa, vocês reparam em como a gostosa do lado está bem, e como nós estamos mal. Bom, se bem que mesmo quando estamos arrumadas, vocês não deixam de olhar pra gostosa do lado, mas vamos ignorar esse fato, afinal o protesto é outro. Então meus queridos do sexo oposto, pensem que é melhor a gente demorar duas horas meia hora pra se arrumar e sair toda gatinha, do que não demorar e sair feiosinha. E não se esqueçam, é bom vocês repararem e elogiarem, pra que a gente não se revolte, tik?


obs. sim, eu fiz a sobrancelha hoje, e isso dói mesmo, por isso essa revolta.


segunda-feira, 18 de maio de 2009

Protesto contra os sem-noção-do-celular

imagem- http://gettyimages.com.br

Tudo bem, eu já estava acostumada a andar de ônibus por Tédioville sendo obrigada a ouvir celulares e mp234435 tocando o funk do titanic ou músicas com conteúdos igualmente, hum, profundos.

Mas eu percebi que o clubinho do celular não se limita aos ônibus urbanos e ciclovias. Não, eles tem que ir além, expandir. Eles tem que atacar também em ônibus inter-municipais.

Eu achando que ia ter paz quando sentei na minha cadeira-leito. Eu que já tinha me ajeitado e me preparava pra um bom cochilo. Mas não, nada de paz hoje. Nada de cochilos. Vamos até Florianópolis ouvindo a trilha sonora do mala do banco da frente. E mais legal: ouvindo ele assobiar no ritmo das ‘músicas.’ Sério. Mais de duas horas.

Será que essas pessoas não se tocam na falta de respeito disso? Quero dizer, eu não sou obrigada a ouvir a trilha sonora dos outros. Alou, não foi pra isso que inventaram os fones de ouvido?

E eu juro, eu quase enfiei os meus na orelha daquele cara.

Então, por favor: se você conhece algum sem-noção do celular, de fones de ouvido pra ele. E comida também, pra deixar a boca dele bem ocupada :}

Ou então, pelo menos compartilhe algum mp3 com conteúdo com essa pessoa. Eu não agüento mais o Funk do Titanic.